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sábado, 17 de dezembro de 2011

Recentemente assistimos na Esa a um Teatro muito especial. " Nem muito simples
...nem muito complicado", pela Usina, um projecto de Intervenção Social, abrigo do Programa CUIDA-TE, do Instituto Português da Juventude.
  7 histórias sobre questões do quotidiano dos jovens, todas elas ligadas à sexualidade.
2 actores e um moderador, uma combinação simples para tratar realidades nem sempre fáceis para os jovens. Quando começar as relações sexuais, quando propor o
preservativo ao companheiro, a traição...
Acreditamos que este teatro-debate ajudou os jovens que assistiram a reflectir
sobre as suas escolhas e tomada de decisões.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Estudo sobre comportamentos sexuais

Estudo 

Jovens europeus assumem já ter feito sexo sem protecção 

Estudo revela que 42% dos jovens europeus já tiveram relações sexuais sem preservativo. Em Portugal número chega aos 50% 

Quase metade dos jovens europeus já teve relações sexuais desprotegidas com novos parceiros, segundo um estudo hoje divulgado e que vem mostrar uma realidade semelhante à que se passa em Portugal.
O estudo resultou de um inquérito feito a seis mil jovens de mais de 29 países em todo o mundo e, na Europa, uma das principais conclusões é a de que 42% dos jovens tem relações sexuais desprotegidas com novos parceiros. Em Portugal, alguns inquéritos apontam para 50%.
“Pode ser por despreocupação, por não apetecer, por álcool a mais”, comentou à agência Lusa o obstetra Fernando Cirurgião, director de serviços do Hospital São Francisco Xavier. Aliás, o estudo internacional hoje divulgado indica que 11% dos jovens que não usam proteção nas relações sexuais justificam o comportamento por estarem alcoolizados ou por esquecimento.

Baixa distribuição de preservativos
O facto de o parceiro não gostar de usar métodos contraceptivos é também referido por 14% dos jovens. Para Francisco Cirurgião, em Portugal, a elevada percentagem de relações sexuais desprotegidas pode também ser culpa da falta de campanhas de informação e da debilidade da educação sexual nas escolas.
“Há muito tempo que não me lembro de ver campanhas de distribuição de preservativos. Torna-se preocupante. Não é pelo facto de ter havido uma campanha há dois anos que é suficiente. Tem de haver campanhas contínuas”, lamenta o médico."
 Agência Lusa - 26/09/2011

 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dia Mundial de Luta contra a Sida











"Ainda hoje muitas pessoas acreditam que a SIDA é uma doença restrita aos chamados grupos de risco, como as pessoas que se prostituem ou os homossexuais. Mas a epidemia da SIDA mostrou que todos têm de se prevenir: homens e mulheres, casados ou solteiros, jovens e idosos, todos, independente de cor, raça, situação económica ou orientação sexual.
Para se prevenir da SIDA, você deve usar correctamente o preservativo nas relações sexuais e apenas agulhas e seringas descartáveis. Para evitar que a SIDA se transmita de mãe para filho, todas as grávidas devem consultar o seu médico o mais cedo possível e fazer o teste da SIDA.
As IST podem trazer sérios problemas de saúde e ainda aumentam 18 vezes a possibilidade de contrair o VIH. Por isso, a prevenção das IST é muito importante." in Coordenação Nacional para a Infecção VIH/Sida
A Sida é, ainda uma doença aterradora particularmente porque ainda não tem cura.  Apesar desta constatação, a UNAIDS, o Programa da Onu para o HIV, entre 2001 e 2009, os números de infecções diminuíram cerca de 25%, o que é um indicador positivo. Mas muito caminho está, ainda por fazer, particularmente no que se refere à prevenção, adoptando, cada um de nós, comportamentos responsáveis.
Está nas tuas mãos, com o teu comportamento responsável, não seres um elo de continuidade desta epidemia. 
Sê responsável! Dá a mão à Vida
 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Sida, o Virus da Imunodeficiência Humana

Informações essenciais que te ajudam a proteger do vírus que mais nos assusta
Certamente que já ouviste falar dezenas de vezes sobre o síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA), do poder destrutivo do Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) e dos riscos do sexo desprotegido, a mais importante forma de transmissão deste vírus.
Na última década, a par dos avanços da medicina no tratamento desta infecção, foram desenvolvidas inúmeras campanhas na perspectiva de educar para prevenir. Mas, a verdade é que há ainda quem acredite que a SIDA é uma doença ligada à prostituição, toxicodependência ou homossexualidade. Nada mais errado. «A epidemia da SIDA», revela a Coordenação Nacional para a Infecção VIH/SIDA, «mostrou que todos têm de se prevenir: homens, mulheres, casados ou solteiros, jovens e idosos, todos independentemente da cor, raça, situação económica ou orientação sexual.» Em Portugal, o ano passado, revela a mesma fonte, registou-se um aumento do número de casos de transmissão heterossexual e um menor número de casos associados à toxicodependência.
Porque a informação é a primeira arma contra esta ameaça, com base em dados fornecidos por especialistas em virologia e divulgados por entidades de referência nacionais e internacionais na luta contra a SIDA, respondemos às dúvidas mais comuns e desmistificamos ideias erradas que ainda persistem ao fim de duas décadas de informação e sensibilização. Lê o que se segue e protege a tua vida.

O que é o VIH?

«A infecção causada pelo vírus do VIH é uma doença provocada por um ou dois vírus que progressivamente destroem glóbulos brancos chamados linfócitos, causando a síndroma da imunodeficiência adquirida (SIDA) e outras doenças derivadas de uma imunidade deficiente», explicam os especialistas Jorge Atouguia e Luís Távora Tavira, na obra «Infecções Sexualmente Transmissíveis». Através da eliminação das células que reconhecem os agentes infecciosos que atacam o organismo (células CD4), o VIH vai enfraquecer o sistema imunitário, o nosso sistema natural de defesa. Com um sistema imunitário debilitado, o organismo não tem capacidade de resposta para a agressão desses agentes, desenvolvendo assim infecções e doenças. «A SIDA corresponde ao estádio final da infecção por VIH.


Como é o vírus transmitido?

Segundo o Portal da Saúde, o site do Ministério da Saúde, «a transmissão sexual é a principal via de transmissão em todo o mundo».
  •  Nas relações sexuais desprotegidas (anal, vaginal ou oral), ou seja sem recurso ao preservativo, há uma grande probabilidade do vírus ser transmitido através das secreções sexuais.
  • No sexo oral, revela a mesma fonte, o risco é maior quando existem úlceras, gengivas inflamadas, garganta irritada ou gengivas a sangrar após escovagem dos dentes ou o uso do fio dentário.
  • O risco de contrair o vírus pela via sexual aumenta em pessoas com múltiplos parceiros sexuais e já infectadas por doenças sexualmente transmissíveis (DST), alerta o Centers for Disease Control and Prevention (CDC).
  • Outra via de transmissão é o contacto com sangue infectado através da partilha de seringas, agulhas, escova de dentes, lâminas de barbear ou material cortante. Recomenda-se ainda que não sejam partilhados outros objectos cortantes em que exista sangue infectado, como piercings ou objectos de manicura.
  • O VIH pode ser também transmitido de mãe para filho durante a gravidez ou no parto, através do sangue ou de secreções vaginais, assim como através do leite materno.